Atualizado em junho de 2026. O mercado pet brasileiro faturou dezenas de bilhões de reais em 2025 e projeta crescimento de 9,6% para 2026 (ABINPET). O Brasil já conta com 30 milhões de gatos — o segmento felino é o que mais cresce no setor. A Pura mantém o mesmo padrão de qualidade: 0,83% de rendimento de óleo essencial atestado em laudo Isomeria/UFPR, embalagem a vácuo e pronta entrega.
A maioria dos fabricantes do mercado gateiro precifica no olho. Pega o preço do quilo da matéria-prima, chuta uma margem e segue. O problema aparece depois, quando o produto não fecha conta: ou ficou caro demais pra prateleira, ou está vendendo no prejuízo sem ninguém perceber. Calcular o custo real do catnip e do matatabi dentro de cada unidade não é burocracia — é o que te dá o direito de definir preço com segurança. Vou destrinchar a conta.
1. Saiba o preço de compra por grama. Parece óbvio, mas comece pelo número certo: quanto custa um grama do catnip e do matatabi que você usa. Fale com o fornecedor e pegue o valor por grama ou por unidade. Esse é o tijolo de toda a conta — se ele estiver errado, o resto desaba.
2. Meça quanto entra em cada produto. Aqui é onde a maioria erra por estimativa. Quanto de erva vai, de fato, em cada sachê, brinquedo ou petisco? Pese. Não chute. Para referência, a maioria dos fabricantes usa de 0,5 a 2 gramas de catnip ou matatabi moído por produto — mas a sua linha tem o número dela, e só a balança te diz qual é.
3. Faça a multiplicação. Com o preço por grama e o peso por unidade na mão, é conta direta: preço do grama × gramas usadas. Como a dose por produto é pequena — de fração de grama a alguns gramas —, o custo de insumo por unidade costuma ser de poucos centavos, uma fatia pequena do preço final de venda. (Os números reais você confere na loja.) Repita pro catnip. Pronto — você tem o custo de matéria-prima por unidade, que é a base de tudo.
4. Some o resto (porque a erva não é o custo todo). O insumo é só uma parte. Embalagem (saco, etiqueta, caixa), mão de obra e encargos de quem produz, marketing pra fazer o produto sair, custo administrativo de tocar o negócio — tudo isso entra no custo por unidade. Quem esquece esses itens acha que tem margem e não tem. Some-os ao custo da erva pra chegar no custo total real.
5. Confira a viabilidade e ajuste. Com o custo total na mão, olhe pro preço de venda. Ele cobre o custo e ainda é competitivo frente ao concorrente? Se a margem não fecha, você tem onde mexer — formato, fornecedor, embalagem, posicionamento. O que não dá é seguir vendendo sem saber o número.
E tem um ponto que essa conta esconde se você não prestar atenção: matéria-prima barata pode ser a mais cara do balanço. Catnip sem laudo, com nepetalactona fraca, faz o gato não reagir — e produto que não funciona vira devolução, reclamação e marca queimada. Isso não aparece na planilha de custo, mas come a sua margem por outro caminho. Por isso o catnip da Pura tem 0,83% de rendimento de óleo essencial atestado em laudo: você precifica em cima de um insumo que entrega o efeito, e a recompra que sustenta o seu faturamento acontece de verdade.
Refaça essa conta de tempos em tempos. Preço de insumo muda, custo operacional muda, mercado muda. Quem revisa precifica com chão firme. Quem não revisa descobre o prejuízo no fim do ano.
Pronto para abastecer seu estoque com a catnip mais potente do Brasil? Laudo Isomeria/UFPR atesta 0,83% de rendimento de óleo essencial — até 2,7x acima da média importada. Veja preços, condições de atacado e peça sua amostra direto na loja. WhatsApp: (41) 99991-8382 | atacado.pura.agr.br
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